Bebê foi transferido graças a mensagens transformadas em liminar



Graças a utilização de WhatsApp em horário de serviço e dedicação de servidores públicos de Rio das Ostras e do Rio de Janeiro, a pequena Maria Clara da Rosa Marinho foi salva ao ser internada durante um mês na UTI Neonatal em Duque de Caxias. Restabelecida da bronquiolite e pneumonia, a pequena - acompanhada da mãe, Samara Vital - foi até a sede da Delegacia de Polícia Civil para agradecer. Emocionado, o delegado Diogo Teixeira Schettini resumiu o que funcionários públicos e a população geralmente esquecem: “Ser servidor é um dom porque, nós recebemos para fazer o bem”.

A história que teve final feliz começou no dia  7 de abril, quando Maria Clara nasceu prematura e apresentou problemas de saúde. Com apenas um mês e 21 dias de nascida, a pequena foi internada na Emergência Pediátrica do Hospital de Rio das Ostras com quadro de Bronquilite e Pneumonia, segundo laudo médico.

Com o passar dos dias, a situação de saúde de Maria Clara foi piorando e com isso teria que ser internada em uma UTI Neonatal com Isolamento Respiratório, que não existe em Rio das Ostras e região. A recomendação foi a imediata transferência para uma unidade especializada e a única existente era em Duque de Caxias, no Hospital Daniel Lipp. Desesperados, a mãe do bebê, Samara da Rosa Vidal e o irmão dela, David, se deslocaram a pé até o Fórum de Rio das Ostras, no sábado à noite. Lá, eles descobriram que não havia plantão judiciário. Em seguida e ainda a pé, eles foram à delegacia, percorrendo mais de cinco quilômetros. Ao chegaram no local foram atendidos pelo inspetor de Polícia Rodolpho Filipo a quem contaram o caso de Maria Clara. "Pedimos ajuda para a internação da minha filha”, detalha Samara. Rodolpho repassou todo o caso para o delegado Diogo Teixeira Schettini, que foi ao hospital e manteve conversa com o médico.

Pelo WhatsApp

Por ser madrugada e final de semana, o delegado - logo após a conversa com o pediatra -  ligou para a Defensoria de Justiça no Rio de Janeiro. Depois de alguns minutos, o delegado Diogo rapidamente informou ao defensor que enviaria os documentos da criança via WhatsApp para que montasse o processo e o defensor seria o seu fiel representante. “Eu sou delegado e portanto, homem de Fé Pública, fato que permite atestar a autenticidade de qualquer documento. Pedi um laudo do médico dizendo da gravidade e também mais uns quinze documentos dos pais, de Maria Clara e todo o seu prontuário para o defensor. Ele chegou a comentar que dificilmente o juiz iria acatar esse pedido porque era enviado pelo WhatsApp”, detalha o delegado. Em menos de uma hora, o juiz deu liminar favorável à transferência da criança para Duque de Caxias.

Onze dias depois, Maria Clara recebeu alta e foi retirada do hospital pela mãe Samara. Em agradecimento pelo esforço dos policiais, Samara e David levaram a pequena Maria Clara para que os policiais a conhecessem. Não satisfeita, Samara ainda postou um agradecimento aos dois “anjos policiais” e, em menos de um dia, a postagem já alcançou mais de 14 mil curtidas e 1.773 compartilhamentos.

Diogo se sente emocionado por ter recebido essa homenagem, mas assegura que esse tipo de trabalho que fez é muito comum aos policiais. “A noite quando todos estão dormindo, quem permanece aberta e atendendo qualquer coisa é a Polícia. Não fizemos mais do que nossa obrigação em ajudar. Mas quem mereceu elogios foi a Defensoria Pública e o juiz de plantão porque - em menos de uma hora após o envio dos WhatsApp - eles retornaram com uma decisão tomada”. 
 
 
Tânia Garabini
Terceira Via
Não haverão aulas no período da tarde e noite, desta terça (23), nas escolas municipais de SJB,

De acordo com informações obtidas, o Prefeito Neco definiu como ponto facultativo o funcionamento das escolas, assim como o funcionamento das repartições publicas, devido a comemorações do Dia de São João Batista (padroeiro da Sede).

Outro feriado que também não houve aulas, foi quarta feira passada dia 17, onde foi comemorado aniversário de emancipação do município. 

O tema do encontro foi “Tolerância religiosa, fé opcional, respeito fundamental”


















O deputado federal Jean Wyllys (PSOL) participou da 6ª edição do Projeto CApAS, promovido pelo Colégio de Aplicação da Fundação Educacional de Macaé (CAp-Funemac) que, este ano, abordou o tema “Tolerância religiosa, fé opcional, respeito fundamental”. Cidadania e Direitos Humanos fizeram parte da segunda etapa do evento que debateu a temática da universalização do respeito às diferenças. O político esteve no evento na tarde desta sexta-feira (19). Cerca de 200 estudantes, além de ex-alunos e jovens integrantes da sociedade civil, participaram do bate-papo.

Durante uma hora, o deputado conversou e respondeu perguntas feitas pelos alunos e ainda elogiou o colégio pela iniciativa. “Como eu queria que escolas como o CAp se multiplicassem pelo Brasil. Estou aqui hoje como parte de um excelente projeto já tocado pela escola. O CAp merece aplausos pelo empenho na formação do cidadão completo, através do desenvolvimento de ações pontuais que geram argumentos para que os alunos estejam prontos para fazerem suas escolhas”, destacou Jean Wyllys.

Sobre a melhor saída para combater a intolerância religiosa, Jean foi direto. “A gente vive em um mundo de pluralidade religiosa onde um caminho, uma escolha, uma crença, não podem se outorgar ao direito de reprimir os direitos do outro. Devemos dar maior importância à laicidade do estado”, ressaltou.

Na visita, Jean Wyllys fez ainda o convite para que um grupo de alunos do CAp-Funemac visite o Congresso Nacional, em Brasília e prometeu empenho para levar os estudantes. Caso a visita seja aprovada, os alunos do CAp serão os primeiros do Estado do Rio de Janeiro a visitarem o Projeto Plenarinho, promovido pela Câmara dos Deputados.
Terceira Via

A Câmara de Vereadores de São João da Barra promove nesta quarta-feira (24), a entrega da Medalha do Mérito Barão de Barcelos ao advogado e ex-vereador, Domingos José Vieira. A cerimônia será às 19h, no Clube da Terceira Idade Maria Júlia Aquino onde haverá, também, a entrega de 45 Títulos de Cidadania Sanjoanense.“É com alegria e orgulho que recebo essa honraria em reconhecimento a minha atuação como cidadão e pessoa pública”, observou Domingos,que tem 56 anos.  

O homenageado começou a trabalhar na Prefeitura como servidor escriturário quando tinha 19 anos de idade. Mais tarde, foi chefe da Divisão de Tributos. Em meados de 94, começou a trabalhar como advogado no órgão de Assistência Jurídica do município, permanecendo no cargo até junho de 2005. Durante os anos de 1995 e 1996 foi também procurador da Câmara. Atualmente, trabalha em seu escritório.

Disputou as eleições de 2000 para vereador e venceu, exercendo o mandato de 2001 a 2004. No segundo semestre de 2012, voltou a ocupar uma cadeira na Câmara, assumindo como suplente. O sanjoanense é casado com Maria Nilza de Almeida Vieira há 34 anos. Eles têm uma filha: Camila Aparecida, que tem três filhos: Mariah, Iury e Ítalo. Bastante católico, ele foi membro da Pastoral da Família e presidente das irmandades de São João Batista (de 1995 a 1998) e São Benedito (de 1999 a 2000 e de 2006 a 2007). 

– É com alegria que homenageamos o ilustre amigo, servidor público e vereador, Domingos Vieira e promovemos, também, a entrega dos títulos de cidadania a mulheres e homens que muito trabalham e lutam pela nossa querida São João da Barra – ressalta o presidente da Câmara, Aluizio Siqueira.


Vereadores e seus agraciados com o Título de Cidadão Sanjoanense

Alex Firme:
Leonardo Carneiro Monteiro Picciani
Vasco José de Oliveira Filho
Luiz Rogério Magalhães
Luciana Pereira Paula
Juliane Pedroso dos Santos de Souza

Aluizio Siqueira:
Eduardo Parente
Marilda dos Santos Gomes
Jorge Luiz Ferreira
Jorge Sayed Picciani
Edio Arruda de Souza

Carlos Machado Da Silva – Kaká:
Osvaldo Rodrigues Moreira
Robson Fernandes Ramos
Alex Nascimento Valentim
Igor Ayran de Souza Vargas
Rogério Barcellos de Carvalho

Elísio Rodrigues:
Jaira Calil Siqueira
Poliana Oliveira Gomes
Rafael Picciani
Márcio Faria de Oliveira
Altivo Cruz Andrade

Eziel Pedro:
Marcia Valéria Campista Rangel
Valcelina Bernado Chaves
Ilson Leandro da Silva
Fidelis Menezes Brandão
Nelson Campos de Souza

Franquis Arêas:
Igor Andrade dos Santos
Claudinei Rodrigues de Souza
Mauro Alves da Silva
Ingrid Lara Rangel Henrique
Gustavo Ribeiro Pourbaix

Jonas Gomes De Oliveira:
Eli Gomes Pereira
José Carlos Alves Rangel
Edmara Maciel de Castro
Rita de Cássia Arueira Pinto
Welington Gonçalves Barreto

Ronaldo Gomes:
Helena Coelho Sant’anna
Ricardo Luiz Peixoto
Thiago Pereira
José Lacerda dos Santos
Adilá Gonçalves Santos Rangel

Sonia Pereira:
Maria Joana Machado Barreto Silva
Regina de Fatima Curcio
Maria Auxiliadora Frazoli da Cunha
Ronaldo Marcus de Azevedo Nogueira
Vito Aluízio Sepulveda Diniz 

Câmara SJB
Quem iria substituir Neymar? A resposta de Dunga veio num 4-2-3-1 com Robinho, Coutinho e Willian na linha de meias. Na prática, muita movimentação e inversão de posições para abrir espaços na organizada, porém deficiente Venezuela, armada no 4-2-3-1 por Noel Sanvincente.A chave do bom primeiro tempo foi a movimentação: não apenas com a bola, mas sem ela. Coutinho e Willian voltavam ora por um lado, ora pelo centro. Elias, aproveitando seu melhor, infiltrava nos espaços criados e o time ganhou o apoio de Daniel Alves, quase ponta. Assim concluiu muito - 16 vezes - e errou bastante também.

"Daniel Alves participou em 49 dos 91 ataques do Brasil no jogo: importante peça na saída de bola e amplitude de campo"Essa intensidade e versatilidade é a principal ideia de jogo de Dunga. Outra ideia é a compactação, formando duas linhas de 4. Pelo menos nos poucos momentos que o Brasil se defendeu na primeira etapa, elas estavam lá, formadas com Robinho ou Coutinho abertos pelo lado.É um pouco do tão falado jogo coletivo. Se o Brasil perdeu Neymar, ganhou alguns bons minutos de organização coletiva, não apenas a bola no craque que resolve tudo. A melhor versão de um time é, curiosamente, sem seu principal jogador.

Claro que os problemas não estão resolvidos. A saída de bola - a transição entre o campo de defesa e ataque - ainda sofre. A bola passava para os zagueiros, ia para o lateral...e não encontrava um meiocampista capaz de conduzí-la com qualidade aos homens de frente. Só o recuo de Willian salvava.E esse continua sendo o problema - o controle de jogo. Ele não acontece pelo meio, não acontece pelos zagueiros. Talvez aconteça com um atacante driblador e rápido na frente, como foi Robinho - "resgatado" e criticado, o camisa 20 jogou primeiro tempo excelente, com papel tático fundamental.Noel Sanvincente voltou com mudanças e estruturou um rígido 4-4-2, avançando linhas e procurando propor o jogo. Dunga apostou em Willian fixo pela esquerda e na intensa movimentação que finalmente se traduziu em gol de Firmino. Minutos elétricos no reinício da partida.David Luiz entrou para ser o volante de contenção num 4-1-4-1. A ideia era clara: criar superioridade no meio-campo, liberar as infiltrações de Elias e criar espaço com Tardelli na frente. O Brasil chamou a Venezuela para apostar no contragolpe.

"A Venezuela equilibrou a posse nos últimos 30 minutos e concluiu 4 vezes ao gol"Estratégia legítima, mas que encontra resistência na terra onde se acha que, por uma questão de ideia, o Brasil precisa ser ofensivo e "jogar bonito". Há um abismo entre a ideia, a prática e principalmente a exigência. Exigir o que não é possível é uma utopia.

Não foram 4 zagueiros - O espanto com a entrada de Marquinhos foi evidente: "4 zagueiros, que retranca!". Não. Trata-se de informação errada. Dunga manteve o 4-1-4-1, com Marquinhos como lateral e Daniel extremo direito. A Venezuela controlou o jogo, chegou ao gol e quase empatou. Pode-se afirmar que as substituições - para defender o resultado E testar deram errado. Mas jamais pode-se afirmar que o Brasil jogou com 4 zagueiros.A questão é delicada, dura décadas. Mas para analisar futebol é preciso deixar as preferências e gostos de lado, ainda que soe difícil. Com velhos problemas e algumas coisas novas, o Brasil deixou o gosto de dar a bola para seu camisa 10 resolver e foi mais coletivo, mais organizado. E isso é muito bom e deve ser valorizado em meio a tantas adversidades.

Fonte: globoesporte
Mesmo com poucos gols, o Torneio Início de futebol amador de São João da Barra levou muita emoção aos torcedores e desportistas que marcaram presença em excelente número desde o início da manhã de domingo, 21, no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá. Dentre as dez equipes que já se preparam para a disputa do Campeonato Municipal da temporada, coube ao Sanjoanense ser premiado pela eficiência ao derrotar o Barcelos, na cobrança dos tiros livres da marca do pênalti, após empate sem gols no tempo normal, que foi de dois tempos de quinze minutos cada.

Sem levar troféu para a Rua São João desde 2011, a equipe do treinador Rennan Cunha sagrou-se campeã após empatar sem abertura de contagem com o Palmeiras (e derrotá-lo igualmente nos tiros livres) e vencer a Chatuba - que buscava o bicampeonato - por 1 a 0, com tento marcado por Victor, antes de bater na grande final a representação do sexto distrito.

Os resultados do torneio foram: Chatuba 1 x 0 Fluminense, Portuguesa 3 x 0 Santos, Açu 0 x 0 Grussaí (venceu nos penais), Palmeiras 0 x 0 Sanjoanense e, no grande clássico da competição, Barcelos 1 a 0 Flamengo (que volta às atividades após uma década de licença), Sanjoanense 1 x 0 Chatuba, Barcelos 1 x 0 Portuguesa, Grussaí 0 x 0 Sanjoanense e Barcelos 0 x 0 Sanjoanense. Ao todo, foram nove jogos com seis gols, perfazendo média de 0,66 tentos por confronto.

Ao término do campeonato, o presidente da Liga Sanjoanense de Desportos, Edmar Silva, fez questão de elogiar a lisura de todos os atletas que proporcionaram ótimos espetáculos, com alto nível técnico, a presença do público, e mencionar em agradecimento todo especial a secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do município por todo o apoio concedido para o sucesso de organização.

"Parabenizo em nome da diretoria da Liga, todas as equipes, indistintamente, pela participação neste torneio que dignificou muito o nome de um dos grandes desportistas que esta cidade teve, Carlito Martins de Oliveira, que deu o nome ao troféu e que, com total certeza, servirá de incentivo ainda maior para os jovens valores que São João da Barra revela, mesclados com os mais experientes que sempre dão um brilho ainda mais especial aos nossos campeonatos, de tanta tradição no interior fluminense, fazendo com que nossa cidade seja tão respeitada graças também aos que comandam com muita responsabilidade os destinos do nosso esporte".

Fonte: Secom - SJB


m grande público prestigiou a 29ª edição do Festival Sanjoanense da Canção (Fescan) realizado na noite de sábado, 20, no Palco Oficial. A música vencedora foi “Alguma Coisa Nova”, de Graziele Cristina e Elton Fontanin.

A canção “Paraíba”, de Carmélia Barreto, foi premiada duas vezes: melhor arranjo e voto popular. Já a melhor intérprete foi Maria Fernanda, que cantou “Verso em Nó”.

Após dois dias de eliminatórias, dez músicas foram selecionadas para concorrerem aos prêmios na noite da grande final. O Festival contou com 17 canções inscritas.

Para a secretária de Educação e Cultura, Leide Cristina Fernandes Soares, o sucesso do evento reforça mais uma vez a tradição da musicalidade no município.

“ A musicalidade é uma das grandes tradições do nosso povo e de todo estado do Rio. O Fescan será sempre uma marca cultural de São João da Barra, com suas grandes composições, ótimos intérpretes e os espetaculares palcos decorados por nossos artistas”, destacou.

Fonte: Secom - SJB


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