A redação do Jornal SJBarranews entrou em contato com o Secretário de Turismo Jorge Ribeiro para confirmar o que seria uma eventual programação de verão com dias, horários e vários nomes de cantores nacionais, dentre eles, nomes como Wesley Safadão, Pitty e outros. Jorge Ribeiro informou que ele estaria ciente dessa lista, porém alegou ser totalmente falsa, inclusive, mencionando que o show do Wesley Safadão seria um dos mais caros da lista, e que geralmente os shows evangélicos são realizados no Balneário e não na Sede como estaria na suposta programação.

A Prefeitura estaria dando prioridade a outros pontos mais importantes no momento, mais alegou que haverá shows no verão, porém, será feito um minucioso trabalho, onde deverá acontecer uma redução nos gastos para possa se adequar a atual conjuntura financeira do Município.

"Devemos estar nos adequando a realidade do quadro financeiro, não só do Município, mais a nível nacional estamos enfrentando uma crise e temos que nos enquadrar a atual realidade, haverá shows, quem sabe até um desses nomes possam de fato estar se apresentando, mais até o presente momento não estaria nada definido ainda" Jorge Ribeiro.



(A falsa programação do  verão de  São  João da Barra 2016 que tem circulado no WhatsApp e Facebook)

31/12 Sede 23:30 Elba  Ramalho
31/12 Grussai 23:30 Durval Lelis
31/12 Açu 23:30 Pablo
02/01 Grussai 19:00  Imagina samba
02/01  Açu 22:00  Harmonia do samba
03/01  Balneário 18:00 Onze e vinte
09/01  Grussai 19:00 Tomate
09/01  Açu  22:00 Silvano  Sales
10/01  Balneário 18:00 Preta gil
16/01  Grussai 19:00 O rappa
16/01  Açu 22:00  Gaby amarantos
17/01  Balneário 18:00   leonardo
22/01 Sede 21:00 Anjos de resgate
23/01  Grussai 19:00  Luccas  lucco
23/01  Açu 22:00  Turma do  pagode
24/01  Balneário 18:00 Pitty
29/01 Sede 20:30  Lázaro
30/01  Grussai 19:00 Psirico
30/01  Açu 22:00  Wesley safadão
31/01  Balneário 18:00 Zeca pagodinho

 Carnaval

08/02 Sede 23:00 Nosso  sentimento
09/02 Sede 23:00  Alexandre  Peixe
13/02 Sede 22:00 Leo  Santana
14/02  Açu 23:00  Péricles

A atriz Marília Pêra morreu às 6 horas deste sábado em sua casa, na Zona Sul do Rio. A causa da morte ainda não foi informada. Em entrevista ao GLOBO, em setembro, a atriz falou sobre um problema de saúde que a afastou do set de gravações da série “Pé na Cova” por um ano, um desgaste ósseo na região lombar: “Jamais imaginei que isso fosse acontecer. Mas tenho 72 anos, sou ex-bailarina e ex-atleta, é normal. Não tive recomendação de cirurgia. Chega uma hora em que você tem que operar e botar uma prótese ou simplesmente parar e ficar quieta”.

Marília Marzullo Pêra, irmã da também atriz e ex-Frenética Sandra Pêra, foi um dos grandes nomes do teatro brasileiro nas últimas sete décadas. Seu pai, o português Manoel Pêra, era ator e tinha uma companhia teatral no Rio; a mãe, Dinorah Marzullo, era atriz. A avó, Antonia Marzullo, fez vários papéis no cinema. Nascida no Rio, em 22 de janeiro de 1943, estreou nos palcos com apenas 19 dias de vida, numa peça que precisava de um bebê.

Apesar da experiência familiar, enfrentou a resistência do pai não queria que ela seguisse a vida artística. Ela insistiu e entrou para o mundo da dança, onde foi atuante dos 14 aos 21 anos, quando participou dos populares espetáculos de revista. Após convencer o pai, conseguiu um papel em “De Cabral a JK”, de Max Nunes. Foi quando conheceu o ator Paulo Graça Mello, com quem se casou aos 16 anos.

Juntos, se apresentaram no Circo Tihany e, à noite, trabalhavam na boite Plaza, em Copacabana. Encenaram ainda várias peças, como espetáculos infantis do Teatro de Brinquedo. A essa altura, Marília dançava o clássico e o moderno, sabia piano, tinha bons estudos musicais, podia cantar uma partitura à primeira vista, interpretava do lírico à bossa nova e chegou a compor sambinhas com o marido, exímio violonista. Participou da era de ouro dos musicais. Ainda assim, continuava desconhecida.

Aos 18 anos, já era mãe (de Ricardo Graça Mello). Seu primeiro grande papel foi em “Como vencer na vida sem fazer força”, disputado com Elis Regina, em 1964. No ano seguinte, a TV Globo foi inaugurada, e Marília deu início à carreira em telenovelas. A primeira foi “Rosinha do sobrado” (1965), já como protagonista. Na sequência, vieram a primeira versão de “A Moreninha” e, na Tupi, “Beto Rockfeller” (1968).

Paralelamente, conseguia trabalhos cada vez mais sólidos no teatro: “Se correr o bicho pega”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar; “A ópera dos três vinténs”, de Bertolt Brecht e Kurt Weill; “A megera domada”, de Shakespeare; e “Roda viva”, de Chico Buarque, pela qual passou a ser perseguida pela Ditadura.

Em 1969, destacou-se como Mariazinha, uma solteirona virgem, em “Fala baixo senão eu grito”, de Leilah Assumpção, papel que lhe deu o primeiro de três prêmios Molière. O segundo foi com o monólogo “Apareceu a Margarida” (1973), de Roberto Athayde e o terceiro, com “Brincando em cima daquilo” (1984), de Dario Fo e Franca Rame. Logo depois, em 1986, dirigiu e coreografou Marco Nanini e Ney Latorraca em “O mistério de Irma Vap”, que ficou 11 anos em cartaz.

Marília colecionou personagens marcantes. Na TV, entre outros, a Shirley Sexy de “O cafona”, a taxista Noeli de “Bandeira 2” (ambas em 1971), a Rafaela de “Brega & chique” (1987) e a vilã Juliana, na minissérie “O primo Basílio” (1988).

No cinema, depois de uma estreia que não a agradou, em “O homem que comprou o mundo” (1968), de Eduardo Coutinho, persistiu na tela grande. Em 1980, recebeu o prêmio de melhor atriz da Associação dos Críticos de Cinema dos Estados Unidos, pela prostituta Sueli em “Pixote, a lei do mais fraco”, de Hector Babenco. “Isso me abriu as portas do mundo, mas não fui trabalhar nos EUA porque não dominava o inglês”, contava. Entre seus 24 filmes, estão “Bar Esperança, o último que fecha” (1983) de Hugo Carvana, e “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles.

Mesmo fazendo TV e cinema, em nenhum momento abandonou os palcos. Foi Dalva de Oliveira, dirigiu uma peça sobre Maria Callas e atuou, cantou e dançou na pele de Carmen Miranda. Por sua atuação em “Mademoiselle Chanel” ganhou o Prêmio Faz Diferença 2006, do GLOBO, e o Shell. Em 2013, estrelou “Alô, Dolly!”.

No ar no seriado "Pé na cova", Marília recentemente participou de "Aquele beijo", em 2011, sua última novela.


Fonte: O Globo



A Câmara de São João da Barra vai promover na próxima quarta (9), às 17h, uma audiência pública para debater o projeto de lei nº 046/15, que institui o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos do município – assunto que já foi reivindicado pelos vereadores várias vezes durante as sessões. O projeto foi protocolado na Câmara no último dia 24, pela Prefeitura, juntamente com o de nº 047/15, que trata da organização da unidade gestora única do regime.

Após a implantação da lei, a categoria deixará de solicitar benefício previdenciário ao INSS para fazê-lo junto ao instituto municipal. O RPPS trará outros benefícios como: não incidência de fator previdenciário e não sujeição ao teto pago pelo INSS nas aposentadorias. A audiência contará com a presença do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de SJB (Sispusba), Carlos Eduardo Alvarenga. Representantes da Prefeitura também foram convidados.  

O presidente do Legislativo, Aluizio Siqueira, lembra que a previdência própria é um sonho antigo dos servidores. “A Câmara já aprovou, por diversas vezes, requerimentos solicitando a implantação desse regime próprio de previdência, assim como o plano de saúde, entre outros benefícios. Então, nada mais justo do que uma audiência para discutir o assunto com os servidores públicos, que são os maiores interessados”, destacou Aluizio.

 
Reunião sobre Segurança Pública – Na quinta-feira (10), às 18h, a Câmara vai sediar uma reunião a pedido de um grupo interessado em compor uma chapa para a criação do Conselho Comunitário de Segurança Pública em SJB. Na ocasião, serão apresentados os nomes dessas pessoas ao comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Marcelo Freiman; à delegada da 145ª Delegacia de Policia do município, Madeleine Boa Morte e ao representante do Conselho de Segurança Pública do Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (ISP-RJ), Romário Bernardo. “Esta reunião tem por objetivo formatar o CCS, submetendo os nomes das pessoas que querem fazer parte da diretoria ao ISP”, explicou o advogado Luiz Rocha Pereira da Silva, que é candidato à presidência do conselho.  A reunião é aberta ao público. 

Fonte: CMSJB



Morreu nesta quinta-feira (3), aos 83 anos, o humorista Tutuca, conhecido por atuar em programas como "A Praça é Nossa", do SBT, e "Zorra Total", da Globo. Ele estava internado desde terça-feira no hospital Barra D'Or, no Rio de Janeiro, após complicações do terceiro AVC (Acidente Vascular Cerebral) que sofreu, há dois anos, e teve uma parada cardíaca. O velório será neste sábado, às 14h, no Crematório do Caju. A morte foi confirmada ao UOLpela família do comediante.

Tutuca, nome artístico de Ulisver João Baptista Linhares, nasceu em 1932 e começou a carreira nos anos 1950. Ficou famoso pelo faxineiro Clementino, dos bordões "Ah, se ela me desse bola" e "Como é boa essa secretária", Chefinho, que implicava com Dona Dadá, e o gay Magnólio, da frase "Bicha não morre, vira purpurina". Também fez parte do elenco do programa "Balança Mas Não Cai", e uma de suas últimas atuações foi no filme "A Guerra dos Rocha" (2008).

Carlos Alberto de Nóbrega, colega de Tutuca no SBT, Tupi, Record e Globo, foi pego de surpresa ao saber da morte do humorista. "Ele estava muito mal. Conheci Tutuca há mais de 40 anos, no programa 'Noites Cariocas', onde Zé Bonitinho e outros personagens surgiram. Convidei-o para a 'Praça', ficou bastante tempo. Depois, ficou doente e pediu para parar. Cheguei a pedir para Chico Anysio levá-lo para a 'Escolinha'. Era um cara muito boa gente. Tremendo profissional, nunca deu trabalho", recorda.

Fonte: Uol Notícias


Um grupo de 30 moradores do reassentamento rural Vila da Terra, incluindo as 15 novas famílias, visitou ontem (dia 30) o Porto do Açu. Eles foram recebidos pela equipe de Sustentabilidade da Prumo no Centro de Visitantes do Porto – Cevispa, onde assistiram ao vídeo institucional da companhia. Em seguida, visitaram a área operacional do porto e conheceram os terminais offshore e onshore, Terminal Multicargas, área de clientes e o Centro de Controle Operacional de Tráfego Marítimo (CCOTM).

Atualmente, 127 pessoas vivem em 53 casas construídas na Vila da Terra. O programa de reassentamento foi desenvolvido pela Prumo em parceria com a CODIN (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro) e a Prefeitura Municipal de São João da Barra, de acordo com as melhores práticas nacionais e internacionais em reassentamento. Construída na Fazenda Palacete, local indicado pelos próprios produtores rurais, a Vila da Terra possui cerca de mil hectares. Todas as casas são entregues mobiliadas, além de área externa preparada para cultivo, com o solo tratado e adubado.

Fonte: Imprensa Prumo




Matérias relacionadas ao funcionalismo público voltaram à pauta da sessão da Câmara de São João da Barra nesta terça-feira (1º). Em conjunto, Alex Firme, Aluizio Siqueira, Sônia Pereira e Ronaldo Gomes fizeram indicação para que a Prefeitura elabore um projeto de lei a fim de implantar o plano de saúde médico e odontológico para os servidores.

Em outra indicação, Alex solicitou à Prefeitura, a implantação de um estatuto próprio com Plano de Cargos e Salários e benefícios para os servidores atuantes no Programa de Saúde da Família (PSF), Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), Especialista em Saúde Bucal (ESAUB) e no Programa de Agentes de Combate às Endemias (ACE). Ele também pediu o pagamento do adicional de insalubridade aos agentes comunitários de saúde. “Estes profissionais têm direito a esse benefício por causa das atividades que desenvolvem em suas funções”, disse Alex.

Ronaldo solicitou à Secretaria Municipal de Obras: reforma do telhado do posto de saúde de Grussaí e limpeza e colocação de matéria-prima em frente ao balneário de Atafona. Franquis Arêas pediu uma academia popular para Quixaba. Aluizio solicitou à Prefeitura que intensifique o trabalho de combate ao mosquito Aedes Aegypti, com mutirões de limpeza, carros fumacês e melhoria na estrutura de apoio do pessoal do CCZ, como o uso de crachás por parte dos funcionários do órgão.

Fonte: CMSJB


O assoreamento na foz do Rio Paraíba do Sul será tema de audiência pública na Câmara de São João da Barra na próxima quinta-feira, 03, às 17h. O problema, que já ocorre há algum tempo, traz várias consequências, principalmente aos pescadores de que não conseguem ter acesso ao mar e chegam a correr risco de vida. A audiência foi requerida pela vereadora Sônia Pereira, que foi procurada pelos próprios pescadores que anseiam por uma solução.  

De acordo com a vereadora, o município sanjoanense tem cerca de 1200 pescadores em atividade. No momento, eles estão tendo que deixar seus barcos em Macaé e Vila Velha e se deslocar de ônibus até essas localidades para conseguir pescar. “A pesca é uma atividade que dá pouco lucro, e os pescadores querem voltar a trabalhar aqui em São João da Barra, mas como a boca da barra fechada, eles não podem navegar”, observou Soninha.

Segundo o presidente da Câmara, Aluizio Siqueira, a pesca é a atividade econômica mais antiga do município. “Os pescadores têm passado dificuldades para exercerem o seu trabalho por causa do assoreamento, que vem prejudicando a navegação. Diante disso, a Câmara não poderia deixar de participar desse debate tão importante para o município”, disse.

Para participar da audiência, o Legislativo convidou órgãos como: Colônia de Pesca Z 2 de Atafona, Prumo Logística, Secretaria Municipal de Pesca, Comitê Hidrográfico do Baixo Paraíba, Instituto Estadual do Ambiente, Ministério Público, Capitania dos Portos e o deputado estadual João Peixoto.

Fonte: CMSJB


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